quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Por segundos se antecipou
acreditando em um realidade inexistente,

desfragmentando suas ideologias
com bases errôneas,

achando estar no tempo certo
porem incerto dos segundos seguintes,

atropelando cada linha traçada minuciosamente
para que não existe falhas,

com base na defesa de que falhar é humano,
ao menos foi oque me disseram,
falhar é humano,

ser correto tronou-se cansativo,
tic-tac, tic-tac, tudo volta anormal, repito
tudo volta anormal,

normal seria não ser normal
ao perceber que ser normal
tornou todos e tudo
manipuladamente iguais.
Dia agitado, sem gás nenhum, 
impressões falhas, o mais simples detalhe 
será o principal argumento para as cobranças,

que bom mais um ser humano com sonhos,
reciclar as ideias não é fácil, fazer um papel 
comum tornou-se chato, 

de repente ruídos altos em toda direção, 
um grito ecoa no corredor da liberdade,
 louco são vocês, cartuchos de sorrisos,

é greia maluco, hoje tem amigos e 
poesia em pleno meio-dia.
Fora de área voltou a raciocinar,
por um curto período de tempo
sem pratica nem costume,

o aplicativo cerebral esta em curto
descargas elétricas em manutenção,

diga sim,e todos os problemas serão solucionados.
Minutos desumanos causando segundos de humanidade.

Venderam o relógio biológico,
o tempo por um instante não existe,
conversas enviadas a moda antiga
com a certeza do recebimento,

enquanto tempo...
não consigo entender...
tem alguém....
acabou a bateri...
Movimentar-se
estando parado em um só lugar,
um passo em mente
crescimento é evidente,

sorrir mostrando os dentes
contagiando uma massa
diferenciada das  demais,

com base na tolerância
conversas nas trocas de olhares,

o caminho esta traçado, até onde chegar?
Amanhã saberei, o horário esta apertado,
os segundo são decisivos.

Quem decidi esse roteiro somos nós.
Boas intenções aparentes,
sorrisos com efeitos
de deixar inveja a Monalisa.

Tudo é festa, tudo é legal.
Olhos encantados
 por pensamentos manipulados.

A feira do mês se foi
nem se quer deixou um bilhete de aviso,
desenformando, perdido, imaturos conceitos,

distinguir o certo e o errado não é fácil,
mas, tudo oque é fácil,
facilmente se acaba.
Encanamentos com falta de ar,
sufocados pela pressão constante,

sendo utilizados indevidamente
por mentes que mentem.

Na ilusão de purificar o pouco que sobrou,
com pequenos gestos causa dores,

fazendo-me rir das gotas que sobram
repetidamente imutáveis.

Soem os alarmes,
paredes cansaram de ouvir,
palavras direcionadas a cotovelos
utilizam linguás de sinais
ideologias de vida.
De tanto ver, 
cego ficou.

O céu esta de luto, 
cores mórbidas e frias,

seres em extinção
humanizando maquinas 
por preguiça de pensar. 

A sede 
se torna constante, 

conhecimento 
não serve de nada, 

reconhecimento 
muito menos.